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Quando fui chuva
Se subo na tua canoinha,
como me pedes, faço bobagens.
Ah Meu bem...
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Quero explodir as grades e voar, não tenho pra onde ir, mas não quero ficar.
Engenheiros do Hawaii. 
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Há qualquer coisa dentro de mim que me magoa.
Charles Bukowski.   
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Tenho medo de decepcionar as pessoas, de magoá-las, de fazê-las cansarem de mim. Só queria que elas também tivessem esse medo.
Tati Bernardi.  
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Você não ia aguentar. Sou muito entediante. Falo sério. Eu devia trabalhar como recepcionista numa dessas clínicas do sono.
Gabito Nunes.  
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Estranho, muito estranho, estava tudo tão bem. Parecia dar certo, mas simplesmente parecer não foi o suficiente.
Clara Brandão 
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Quase não dá pra suportar, mas dá. Eu nem choro porque é daquelas tristezas que o choro sai em berros e eu ainda estou na casa da minha mãe, não posso berrar assim, do nada. E nem resolveria. Nada resolve. Triste. Só isso. Ninguém vai morrer e nem eu.
Tati Bernardi.  
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Se não fossem as minhas malas cheias de memórias ou aquela história que faz mais de um ano, não fossem os danos, não seria eu. Se não fossem as minhas tias com todos os mimos ou se eu menino fosse mais amado, se não desse errado não seria eu. Se o fato é que sou muito do seu desagrado, não quero ser chato mas vou ser honesto, eu não sei o que você tem contra mim, você pode tentar por horas me deixar culpado mas vai dar errado já que foi o resto da vida inteira que me fez assim, se não fossem os ais e não fossem a dor e essa mania de lembrar de tudo feito um gravador. Se não fosse Deus bancando o escritor, se não fossem o mickey e as terças-feiras e os ursos pandas e o andar de cima da primeira casa em que eu morei e dava pra chegar no morro só pela varanda, se não fosse a fome e essas crianças e esse cachorro e o Sancho Pança, se não fosse o Koni e o Capitão Gancho, não seria eu.
Clarice Falcão.   
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Cara, eu chorei quando você disse que não queria mais. Eu não sei lidar com isso de adeus-até-nunca-mais. Caso fosse simples como queimar uma fotografia e deixar as cinzas à merce do vento, eu não teria fraquejado, nem me calado. Porque na hora eu quis gritar, xingar, te bater e mostrar que é de você que eu preciso, é por um idiota como você que eu sou louca. Eu não quero te esquece, e te perder é me perder junto. Você sabe, eu enlouqueço, saiu por aí fazendo besteira, e é na sua porta que eu vou querer bater, vou precisar do teu ombro pra chorar, vou pensar que não devia ter feito. Vou querer ouvir o seu eu te avisei, com todas as letras e entonações possíveis. Entenda que não posso virar a esquina à procura de um novo olhar que me deixe sem chão, um novo cheiro pra ficar nas minhas roupas, não vou marcar minha boca com outros lábios, minh’alma não vai se alegrar com outra voz. Sou tanto pra pouco eu, mas você me aceitava, eu me achava na sua grandeza, fazia dela refúgio. Eu entendia seus infinitos como se fossem meus e "fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter" e eu tinha toda essa infinidade contigo. Garoto eu não vou saber lidar com a posição de ser só sua amiga, nunca soube e por que agora eu iria teimar em aprender? Eu não quero só a sua meia duzia, eu quero a duzia inteira, as centenas, os milhões. Se ao menos você me ensinar, eu vou poder contar e me tornar um dos seus infinitos de sábado a noite.
Vivificare. 
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Se o homem realmente gosta, ele vai até o inferno por você. Ele vai sim, e ainda abraça o capeta se for preciso. Sabe por quê? Porque homens são previsíveis, se eles querem eles querem, se não querem, não querem. A raça dos homens não é complexa igual a nós mulheres, que sempre temos dúvidas, que sempre analisamos, pensamos, colocamos mil problemas e tal. Homem é tudo igual. Eu sei é clichê, mas é a mais pura verdade. Quando o cara quer, não tem distância, problemas, família, trabalho, tempo, futebol, estudo, mãe, unha encravada, barba por fazer, celular sem bateria, chuva, temporal, falta de dinheiro que o impeça de estar com você. É simples. É a realidade.
Tati Bernardi.  
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E se realmente gostarem? Se o toque do outro de repente for bom? Bom, a palavra é essa. Se o outro for bom para você. Se te der vontade de viver. Se o cheiro do suor do outro também for bom. Se todos os cheiros do corpo do outro forem bons. O pé, no fim do dia. A boca, de manhã cedo. Bons, normais, comuns. Coisa de gente. Cheiros íntimos, secretos. Ninguém mais saberia deles se não enfiasse o nariz lá dentro, a língua lá dentro, bem dentro, no fundo das carnes, no meio dos cheiros. E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor? Quando você chega no mais íntimo, no tão íntimo, mas tão íntimo que de repente a palavra nojo não tem mais sentido. Você também tem cheiros. As pessoas têm cheiros, é natural. Os animais cheiram uns aos outros. No rabo. O que é que você queria? Rendas brancas imaculadas? Será que amor não começa quando nojo, higiene ou qualquer outra dessas palavrinhas, desculpe, você vai rir, qualquer uma dessas palavrinhas burguesas e cristãs não tiver mais nenhum sentido? Se tudo isso, se tocar no outro, se não só tolerar e aceitar a merda do outro, mas não dar importância a ela ou até gostar, porque de repente você até pode gostar, sem que isso seja necessariamente uma perversão, se tudo isso for o que chamam de amor. Amor no sentido de intimidade, de conhecimento muito, muito fundo. Da pobreza e também da nobreza do corpo do outro. Do teu próprio corpo que é igual, talvez tragicamente igual. O amor só acontece quando uma pessoa aceita que também é bicho. Se amor for a coragem de ser bicho. Se amor for a coragem da própria merda. E depois, um instante mais tarde, isso nem sequer será coragem nenhuma, porque deixou de ter importância. O que vale é ter conhecido o corpo de outra pessoa tão intimamente como você só conhece o seu próprio corpo. Porque então você se ama também.
Caio Fernando Abreu. 
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Se tiver vontade, chama.
Marcelo Camelo. 
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A gente corre o risco de chorar um pouco, quando se deixa cativar.
O Pequeno Príncipe
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A gente ia ser feliz, a gente ia ser um do outro, a gente ia .. ia… ia… E não foi.
Cidades de Papel. 
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Meus irmãos colecionavam selos, moedas, borboletas e revistas. Eu, silêncios. A brisa se mistura ao cheiro das lembranças. É como se eu estivesse regressando. Posso brincar lá fora? O pampa é meu pátio. Como dói a porta fechada por dentro. Não ter para onde ir é uma forma de sempre chegar.
Fabrício Carpinejar.   
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Mas, acho que ninguém segue os próprios conselhos. Por isso costumamos dá-los a alguém especial.
A culpa é mesmo das estrelas?  
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